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Capítulo 8
Capítulo 8
Muuuuuuuito obrigadalhaço pelos reviews! Fico muito feliz^^ E milhões de desculpas pela demora ._. MAs espero que gostem e que continuem comentando! o/ Tive que dividir o Cap 8, em duas partes pra poder postar pq o Nyah, não aceita cap com mais de 5.000 palavras... ^^'
BOYS
Uruha acorda extremamente relaxado, se espreguiça e olha para o relógio no criado mudo. Dez horas da manhã, mas não se preocupou, pois era feriado. O garoto deu um sorriso bobo ao se lembrar da noite anterior que tivera com Aoi. “Quero mais!” ronronou Uruha contra o travesseiro. Resolveu então se levantar e ir tomar um banho. Aoi só o veria mais tarde, portanto, queria aproveitar e contar as novidades ao seu melhor amigo. Vai até o banheiro, que ficava de frente para a porta de seu quarto e começa a se despir. Vira-se para o espelho e ao se mirar solta uma pequena exclamação. Havia alguns chupões próximos ao seu pescoço. Sorriu ao perceber que Aoi tivera o cuidado de não marcar em lugares visíveis, e Uruha só em olhar para seu corpo marcado se lembrou do que fizeram e não se espantou ao ver que já ostentava uma ereção. Entrou no Box e ligou o chuveiro, deixando a água morna correr por seu corpo. Pegou o sabonete e começou a se enxaguar, dando pequenos gemidinhos ao ensaboar sua ereção. “E pensar que ele só me masturbou” Pensou Uruha deliciado. Não agüentando mais, o garoto começa a se acariciar fazendo movimentos lentos de vai-e-vem em seu membro. - Aoi – Murmura baixinho, enquanto acelera os movimentos. Sentindo o orgasmo próximo, o garoto se segura com uma das mãos na borda do Box e acabando gozando, fazendo seu sêmen escorrer contra a parede de vidro. Sentindo-se aliviado termina seu banho e limpa a sujeira que havia feito. Já de banho tomado vai até a cozinha para tomar seu café, e acaba encontrando sua mãe preparando o almoço. - Bom dia mãe! - Bom dia filho! Uruha abre a geladeira à procura de algo. - Mãe, cadê o meu iogurte? – Pergunta o garoto olhando com um biquinho para a mãe. - Ta nos fundos da geladeira... Que preguiça de procurar as coisas filho! Uruha apenas dá de ombros envergonhado, e pegando o seu iogurte se dirige até a porta. - Aonde você vai filho? - Ah, eu vou à casa do Ruki... Talvez eu almoce lá, ta legal? - Ta bom então, juízo... – alerta a mãe do garoto com um sorriso. Se despedindo de sua mãe, Uruha vai animado em direção à casa de Ruki. Estava no mínimo eufórico com tudo que estava acontecendo e queria saber também como seu amigo está indo com Reita. - Tô parecendo uma moça – Murmura o garoto divertido.
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Ruki ao se levantar de sua cama, xinga baixinho. - É nisso que dá dar a bunda – Murmura para si mesmo com uma careta de dor. Já de pé, o garoto dá uma olhada para o próprio quarto, percebendo a bagunça que fizeram noite passada. Ruki começa então a organizar seu quarto, trocando os lençóis e corando ao ver que estavam sujos de sêmen. Trataria de colocar os lençóis pessoalmente dentro da máquina de lavar. Achando o quarto mais apresentável, resolve trocar de roupa. Pois já havia tomado um banho na madrugada, logo após Reita ter ido embora. O pequeno ao chegar à sala encontra seu pai lendo o jornal. - Bom dia pai! – Cumprimenta o garoto se sentando com certo cuidado ao lado de seu pai. - Bom dia Ruki. – Então o pai do garoto o fita – Tem algo pra fazer esta manhã? - Não. Por quê? - Por que eu quero que você vá até o caixa eletrônico, pagar umas contas para mim. – Responde o pai do garoto com um sorriso. - Ah, tudo bem. – Diz Ruki dando de ombros. - Ótimo. Aqui está o cartão. – Fala o Sr Matsumoto lhe entregando o cartão – A senha você já sabe. E as contas estão ali na mesinha da sala. - Certo. – Ruki pega então tudo o que seu pai lhe indicou e se encaminhando para a saída fala – Pai, talvez eu almoce lá no Uru ta bom? - Ok, eu aviso sua mãe. – Murmura o pai do garoto, voltando a ler o jornal. E com um último aceno Ruki vai fazer o que seu pai lhe pediu.
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Uruha caminhava tranqüilo na direção da casa de seu melhor amigo, quando seu celular toca. Sente um friozinho na barriga ao ver que era Aoi. - Oi Aoi-chan – Atende sorrindo. - Bom dia meu amor! – Cumprimenta o mais velho – Você ta em casa? - Não, tô na rua. Por quê? - Porque consegui terminar meus compromissos mais cedo esta manhã. E eu tava pensando se você não quer ir almoçar comigo lá no apartamento que eu divido com o Reita. Uruha por um momento tranca a respiração, sabia as possibilidades que aquele convite lhe proporcionava. - Aceito o convite sim. – Responde Uruha tentando conter a excitação na voz. - Então me diz aonde você ta, pra eu ir te buscar. Logo após Uruha explicar o local em que estava o garoto desliga o telefone e espera por seu namorado. Aoi não estava muito longe, só levaria alguns minutos. Olhou na direção da rua que dava para a casa de Ruki. Mordendo os lábios decidiu que podia vê-lo mais tarde. Depois de uns minutos, como o esperado Aoi para com seu carro ao lado de Uruha. Abre a porta por dentro, pedindo que Uruha entre. Logo após o garoto fechar a porta do veículo, é atacado por uma série de selinhos carinhosos de Aoi. - Senti sua falta – Murmura o mais velho no ouvido de Uruha. - E-eu também – Fala Uruha um tanto vermelho. Aoi sorri com a timidez do outro rapaz, isso foi umas das coisas que o conquistou. - Com fome? – Pergunta Aoi, enquanto faz um carinho no rosto do garoto. - Um pouco... – Responde Uruha sorrindo - Então vamos paro o meu apartamento, que eu também tô morto de fome! E animado Aoi dá a partida no veículo, indo em direção ao apartamento. Chegando finalmente ao seu destino, Aoi estaciona o carro e pede que Uruha o siga. O garoto já conhecia o local, afinal foi ele quem indicou. Aoi, um tanto afobado abre a porta do AP dando espaço para que o mais novo entrasse. - E aí? O que achou? – Pergunta o moreno olhando com expectativa para Uruha. O apartamento em si não era dos maiores, mas era extremamente aconchegante. Com a sala separada da cozinha apenas por uma bancada e um pequeno corredor que levava provavelmente aos quartos e banheiro. - Legal! – exclama o garoto sorrindo, com as mãos nos bolsos. - Vem, vou preparar alguma coisa pra gente! Aoi então puxa Uruha pela mão, fazendo o garoto segui-lo até a cozinha. - Acredite se quiser, mas quem cozinha aqui em casa é o Reita... – Comenta Aoi, abrindo a geladeira, à procura de qualquer coisa para cozinhar. Uruha sorri com o leve tom de desespero na voz de Aoi, estava na cara que ele não sabia cozinhar. - Quer ajuda Aoi? – Pergunta Uruha divertido. O moreno então dá um suspiro derrotado. - Tá tão na cara assim? - Bastante. – Responde divertido o garoto. Uruha então com o consentimento de Aoi, começa a pedir ao moreno que lhe mostre o tinha disponível na despensa e começa a preparar algo para comerem.
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Ruki chega até o banco e como o esperado para um feriado, todos os caixas eletrônicos estavam disponíveis. E o baixinho adorava se ver sozinho em um local que geralmente era lotado. O garoto estava num caixa um tanto escondido dos outros, compenetrado pagando as contas de seu pai, e ergue a cabeça ao ouvir um clique da porta de vidro sendo aberta e vozes animadas conversando. E sente um arrepio ao reconhecer a voz de Reita, junto a uma voz feminina. Ruki rapidamente estica o pescoço para ver os dois, que estavam de costas para o garoto. Enquanto a mulher fazia qualquer coisa no caixa, Reita ficava ao lado dela apenas conversando e lhe dando sorrisinhos. - Ah Reita só você mesmo! – Exclama a mulher um pouco mais alto, enquanto de um modo displicente toca o peito de Reita com uma das mãos, fazendo Ruki estreitar os olhos de seu “esconderijo”. Ruki nota que a mulher faz de tudo para tocar seu namorado de alguma maneira, e sente o rosto esquentar de raiva ao notar que Reita não fazia nada para afastar a mulher que descaradamente se oferecia a ele. Com certo alivio, vê a mulher se despedindo e ficando apenas Reita, desta vez utilizando o caixa. E Ruki fica ali, no seu canto, apenas observando o homem por quem estava apaixonado. - Vai ficar muito tempo escondido? – Pergunta Reita de costas para Ruki. O garoto então, fazendo um bico de decepção sai de seu canto e indo na direção de Reita pergunta: - Já sabia que eu tava aqui desde quando? - Desde o momento que eu entrei – Responde o rapaz se virando para Ruki o fitando divertido. Ruki faz uma careta e cruza os braços, vendo Reita – pelo que parecia – pagar contas. - Quem era aquela mulher? – Pergunta Ruki não se contendo mais. O loiro mais velho sorri com a pergunta, sabia que seu pequeno devia estar se roendo de ciúmes. - Era uma colega de faculdade... – Comenta Reita distraído, terminando de pagar a última fatura. - Hn... – Resmunga Ruki olhando para o lado, tentando esconder a insatisfação com a resposta que Reita lhe dera. - Hei pequeno – Chama Reita risonho, abraçando Ruki por trás – Está com ciúmes? - È claro que não! – Responde imediatamente, tentando se separar do abraço. Mas Reita não deixa Ruki escapar de seus braços. Sorrindo, o mais velho o vira de frente para si e lhe dá um beijo calmo, sentindo Ruki ceder aos poucos. - Ela é apenas uma colega – Começa Reita abraçado a Ruki – E acho que você mais do que ninguém sabe de minhas preferências... Ruki acaba sorrindo com a resposta do loiro e cora um pouco lembrando da noite que tiveram. - Quer ir até lá em casa? – Indaga o mais velho se separando de Ruki – A gente podia almoçar lá... - E quem vai cozinhar? - Eu cozinho razoavelmente... – Fala Reita um tanto orgulhoso. - Essa eu quero ver... E os dois saem do banco animados indo em direção à motocicleta de Reita.
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-Não imaginava que você cozinhasse tão bem... – Comenta Aoi, descansando os talheres no prato satisfeito. - Hum... Vou considerar isso um elogio... – Resmunga o garoto, fazendo uma careta. Aoi apenas sorri, se levantando e começando a colocar os pratos na pia. Uruha se levanta também e feliz começa a limpar a cozinha com o moreno. - Viu?! – Começa Aoi que estava secando e guardando os pratos – Nos damos bem em tudo! - Nos damos é? - Claro que sim, nem brigamos pra ver quem ia lavar a louça... Uruha acaba dando uma risada espontânea, fazendo Aoi em seu intimo se derreter com o garoto. - Você fica lindo sorrindo assim sabia? – Pergunta o moreno se aproximando de Uruha e o enlaçando pela cintura. - E você adora me deixar sem graça né?! – Retruca Uruha, passando os braços em volta do pescoço de Aoi. Aoi então aproxima mais os rostos e inicia um beijo calmo, porém exigente, fazendo Uruha suspirar e se abraçar mais à Aoi. - Aoi... – Geme o mais novo, ao sentir o moreno lamber-lhe o pescoço. Aoi muito excitado, querendo mais contato, insinua seus quadris contra o baixo ventre de Uruha. E solta um silvo de total prazer ao sentir o quanto seu namorado também já estava excitado. - Vamos pro meu quarto Uru? – Propõe Aoi carinhosamente, olhando nos olhos de Uruha. Uruha não agüentando mais a pressão em seu baixo ventre, aceita o pedido de Aoi apenas num aceno de cabeça e logo já está de novo beijando o moreno sem pudor algum. Afinal, achava que 16 anos já era uma boa idade para se perder a virgindade. E nada, melhor que fosse com o cara que era apaixonado. - Vem – Chama o mais velho guiando Uruha pelo apartamento pequeno – É por aqui. Ao chegarem no quarto, Aoi imediatamente volta a enlaçar Uruha pela cintura e beijá-lo com uma urgência que o garoto nunca tinha visto. - Gostou do meu quarto? – Indaga o moreno, enquanto ia guiando Uruha de costas em direção à cama de casal. - Muito... – Murmura o garoto um tanto bobo, sem realmente olhar para o quarto, mas sim apenas para Aoi. Uruha sente suas pernas baterem no que deveria ser a borda da cama e automaticamente se senta, ficando apenas Aoi em pé à sua frente. Aoi sorri diante do olhar de expectativa que o mais novo tinha para si. E ficou feliz ao ver que Uruha queria aquilo tanto quanto ele. - Gostou do que fizemos ontem Uru? – Pergunta Aoi, enquanto esticava o braço para acariciar o rosto delicado do garoto. - S-sim. – Sussurra o mais novo, fechando os olhos com o toque de Aoi. Aoi para a carícia, fazendo o outro abrir os olhos numa interrogação. O moreno então ainda de pé, diante do loirinho, pega a mão do rapaz e coloca sobre o seu baixo ventre. - Se você gostou, então faz em mim de novo? – Pede Aoi, insinuando os quadris contra a mão de Uruha. - C-claro – Assente Uruha, segurando a ereção de Aoi por cima da calça com força e vendo o quanto já estava excitado. Uruha observa fascinado Aoi, quase perder a razão diante de seu toque, e se sente orgulhoso com isso. Desejando mais contato, com dedos trêmulos, faz menção de desafivelar o cinto do moreno, olhando os olhos deste em busca de consentimento. Mas Aoi nada responde, apenas o ajuda a abrir a calça e geme quando o garoto o acaricia por cima da boxer. E assim que Uruha começa a colocar uma de suas mãos dentro da roupa íntima, o moreno se afasta. - Não vamos tão rápido – Provoca Aoi sacana. Uruha geme baixinho com a cena que tinha à sua frente. Aoi apenas de boxers pretas e com um volume nada pequeno despontando da peça intima. E quase se desmancha quando o mais velho se aproxima o beijando e o fazendo se deitar na cama, ficando por cima e esfregando o membro rijo contra seu baixo ventre. - Você quer, tanto quanto eu. Não é Uru? – Pergunta Aoi com respiração pesada. - Q-quero... – Responde o garoto abrindo mais as pernas ansiando mais do contato de Aoi. – Mas Aoi-chan, eu... - Você é virgem – Conclui Aoi, fazendo o garoto corar – Prometo não te machucar meu amor. E dito isso, Aoi volta a beijar Uruha. O menor geme dentro do beijo ao sentir as mãos grandes do moreno por dentro da sua camisa, estimulando seus mamilos. O garoto nunca imaginou que fosse tão sensível naquela parte do corpo. Ergue os olhos na direção de Aoi, quando este fica de joelhos entre as suas pernas e o faz se erguer para retirar a camisa e logo em seguida o deita novamente e o despe de suas calças. Deixando o mais novo também apenas de cuecas. - Você é lindo Uru... – Murmura o moreno antes de voltar a deitar sobre o garoto e beijá-lo. Uruha se sentia nos céus, um tanto nervoso e muito excitado. Começa a passar suas mãos pelas costas largas do moreno e reunindo coragem desce um pouco mais e aperta as nádegas de seu namorado com vontade, ouvindo com satisfação um gemido de puro prazer do moreno. Aoi por sua vez, estava adorando conhecer esse lado não tão tímido de Uruha. O moreno então gira o corpo, deixando Uruha deitado em cima de si e o beija, sentindo o mais novo gemer dentro do beijo. Aoi, ainda com Uruha sob si beijando seu pescoço, estica o braço até a gaveta do criado mudo e pega um pequeno tubo de lubrificante. - Uru, se quiser que eu pare, é só falar ta?! – Murmura Aoi, sentindo a cabeça de Uruha se mover num gesto positivo, enquanto ainda o beijava e lambia seu pescoço. Aoi espalha um pouco do gel em seus dedos, e abaixando a roupa intima de Uruha até o inicio das coxas, devagar penetra um de seus dedos na entrada do garoto, o ouvindo dar um leve gemido. O moreno abre mais as pernas, aninhando o garoto em seu corpo o sentindo relaxar com os movimentos circulares que fazia dentro do loirinho. - A-Aoi... Faz mais rápido... – Pede Uruha com o rosto escondido na curva do pescoço do outro homem. Aoi prontamente acata o pedido e vai mais além penetrando um segundo dedo, sentindo Uruha se apertar mais contra si. O mais novo só sabia gemer e se agarrar mais sob o moreno, a dor era algo suportável e nem mesmo reclamou ao sentir um terceiro dedo invadir-lhe. Aoi presumindo que seu namorado já estava pronto retira seus dedos dentro de si. E com calma se senta na cama, deixando Uruha sentado em seu colo. Uruha olha para o moreno não entendendo nada. - Quero que seja no seu ritmo Uru – Explica Aoi, segurando a ereção de Uruha e a acariciando. Uruha sorri com a explicação de Aoi e com a ajuda do moreno, coloca a ponta da ereção de Aoi em sua entrada. Fechando os olhos e mordendo os lábios, Uruha começa a descer lentamente, e suspira forte ao sentir Aoi todo dentro de si. - Você tá legal? – Pergunta o moreno com respiração pesada. - Uhum Uruha, naquele momento não queria falar nada. Mas sim, apenas sentir. E apoiando as mãos nos ombros de Aoi, começa a se mover sob a ereção do moreno. Adorando ouvir seus gemidos misturados aos de Aoi. Enquanto Uruha descia e subia em movimentos cada vez mais rápidos e fortes, Aoi apenas acariciava as costas de seu Koi e sentia com satisfação a ereção do mais novo bater em seu abdômen. Uruha querendo sentir mais daquela sensação de puro prazer que o invadia, começa a fazer movimentos mais ritmados e fortes, sentindo o que parecia ser pequenas descargas elétricas de excitação ao se sentir acariciado mais fundo pelo membro do moreno. - Uru, eu vou gozar... – Sussurra Aoi em seu ouvido. - Ainda não, me espera Aoi... – Pede Uruha se movendo com mais força no colo do moreno. E não tinha como Aoi não atender ao pedido de Uruha. Pois a visão que tinha dele era completamente irresistível. Uruha estava com os olhos semicerrados e boca entre aberta, dando leves gemidinhos, uma fina linha de saliva escapava do canto de seus lábios e Aoi quase gozou apenas com essa bela visão. O moreno já não estava mais agüentando, sentia que podia gozar ah qualquer momento. E quando faz menção de masturbar o mais novo, sente Uruha intensificar os movimentos e arqueando o corpo goza, sujando ambos os corpos. Uruha mesmo exausto ainda fala no ouvido de Aoi: - Agora goza dentro de mim Aoi-chan. E Aoi com um gemido rouco, ajuda Uruha a se mover sob si, com uma estocada um tanto forte derrama seu sêmen dentro de Uruha.
Fim da primeira parte do Cap 8. Como presente de Natal... Eu peço Reviews! ^^
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