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Capítulo 10
Iniciativas

     









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- Eu não acredito que vocês vieram! – gritou Anna, enquanto corriam em direção ao beco. – Não acredito! Papai vai nos matar!

- Eu sempre achei que fugir de casa seria divertido! – comentou Camila em inglês para David, que riu.

- MACACOS BERRANTES DE CABELO RUIVO, VOCÊS ESTÃO ATRASADOS! – gritou Jack quando avistou o quarteto correndo.

- Desculpe Jack! – ofegou Anna ao se aproximarem – Um pequeno... inconveniente. – acrescentou olhando Camila e Izabela. - São minhas irmãs... elas vieram... com o dinheiro...

- Aaah, trouxeram dinheiro, está bem... aahh, bem venham aqui... vou apresentar vocês ao grupo...

- Não tem problema? – perguntou David.

- Claro que não, tocador de baixo. O grupo tinha mais vagas. Não entendo porque não vieram comigo.

David e Anna se olharam, lembrando-se dele acusando Anna de ser portadora de AIDS. Eles estavam novamente no beco sem saída mofado. Naquela manhã escura, com céu nublado, os outros que iriam com eles pareciam sombrios.

- Bem... essa é a Julie...

- E aí?

A moça era nova, era adolescente praticamente, tinha os cabelos cor de fogo, sombria com suas roupas negras e lápis. Era emo também, no mínimo.

- Ela quer fugir para os Estados Unidos por que conheceu um rapaz de intercâmbio... e os pais... já sabem... Aquele é o Lionel, o cara careca, ele é mau humorado pra cachorro, ele não me disse para quê quer ir mais está indo... e a Margareth... Ela é a mais velha entre nós, quarenta anos... Ela precisa de encontrar um irmão em Virginia... E ainda temos que passar pela Colômbia para pegar uma moça...

- Pilar, não é? – perguntou Anna.

- Isso, Sra. Desrosiers...

- Ela NÃO é minha mulher! – trovejou David

- VAMOS DE UMA VEZ, UM CASAMENTO PRECISA SER MARCADO NO CANADÁ!

- É! – concordou Camila.

- JACK DESROSIERS ESTÁ PRESTES A VIR AO MUNDO! VAMOS LOGO, SEUS MOLENGAS! TEMOS MUITO O QUE ANDAR SE QUEREM CHEGAR AO MATO GROSSO HOJE!

 

 

Chuck estava superando o choque de que Seb tinha o abandonado junto de Jeff. Na verdade, Jeff estava começando a ficar cada vez mais triste também e mal falava com ele. Pierre o ignorava quando ia pegar suas refeições na cozinha. Tinha se decidido. Teria que procurar apoio com algum amigo próximo... Billie não... ele estava com medo da reação do amigo se ele fosse encontrá-lo. Então, decidido, ele entrou em seu luxuoso carro prata 2013/2014, e dirigiu até o hotel que estavam hospedados quem provavelmente o ajudaria. Eles não tinham saído do país ainda, resolveram passar um tempo para relaxar e verem como a banda continuaria. Para não ser reconhecido e causar problemas, Chuck puxou o capuz da sua blusa Role Model para cima da cabeça. Seguiu para o hotel, não querendo pensar em muita coisa. Ele entrou no hotel. A recepcionista pediu que ele se identificasse.

- Por favor, não conte que eu estive aqui... – implorou-lhe Chuck.

- Tudo bem... eu mantenho segredo. – afirmou a recepcionista, sincera.

- Preciso saber aonde o...

- Estão na cobertura... é só bater na porta, eles vão te atender.

- Obrigado.

O elevador abriu-se e uma voz anunciou: “Cobertura”. O corredor era curto, em pouco tempo Chuck o atravessou e bateu na porta. Após um tempinho, a porta se abriu.

- Chuck!

Fergie estava bela, como sempre. Era incrível como um ser podia ser tão bonito.

- Oi... – disse ele tímido. – Eu preciso falar com vocês... eu...

- Venha! Eu não tenho notícia de vocês há séculos! – ela recuou para deixá-lo passar.

- E garanto que não vão ser boas notícias que irei te dar Fergie...

Ela olhou desapontada para ele.

- O que aconteceu?

- Seb... ele nos deixou também...

Ela soltou um gemidinho, levando a mão a boca.

- Ontem à noite... ele saiu de casa, parece que não quer mais conviver com o Pierre no estado que ele está...

- Mas... mas o que aconteceu? Vocês estavam se dando bem, não era?

- Era... quero dizer... – corrigiu ele, confuso. – Eu e ele estávamos brigando um pouco... ele queria ajudar o Pierre, incentivar... mas é impossível, eu disse que ele não conseguiria e brigamos váriàs vezes... E aconteceu uma coisa pior ontem, para ser sincero, Pierre está doente, Fergie... ele não fazia idéia do que ele estava fazendo, a morte do David avacalhou com ele...

- O quê ele fez?

- Ele bateu no Billie... chutou ele, foi só por impulso! – acrescentou ao ver a cara de horror da garota.

- Impulso?! Bater no amigo, principalmente no Billie?! Ele sabe o que faz, Chuck, independente do que ele sente, ele não pode descontar a dor no coitado! Qual foi a reação do Billie?

- Ele saiu da mansão...

- Saiu?!

- Ele está entendendo a situação do Pierre...

- E você procurou saber como ele está?

- Não... eu nem faço idéia se ele ainda está aqui em Montreal...

Chuck viera procurar apoio, mas Fergie parecia querer lhe por mais peso do que ele já tinha nas costas. A moça suspirou, o encarando. Se aproximou dele e disse:

- Melhor você começar a botar para fora o que tem para botar, Chuck. Vejo que você precisa de um conforto.

Ele não queria desandar a chorar, mas nem conseguiu se conter. Há três semanas David ainda sorria para ele, Pierre também, Seb e Jeff ainda estavam unidos... Ele estava se sentindo bem... estava tudo perfeito comparado a agora... Depois de contar tudo a Fergie, ele secava as lágrimas em um lenço, sentado ao lado dela em um sofá da cobertura, que continha quatro quartos.

- É-é pés-simo...

- Entendo... – disse ela solidária. – Você consegue ver alguma saída?

- Não, infelizmente. – fungou ele. – Tenho que cuidar do Pierre e ver se ele anima a fazer alguma coisa, mas ele não vai fazer nada... eu não queria terminar com a banda e nem cortar minha relação com Seb, Jeff está péssimo também...

- Acho que vocês têm que se livrar da tensão por um tempo e dar uma saída. – aconselhou.

- O problema é que estou longe de sair por aí com o Pierre nessa situação, Fergie... a mídia não vai perdoá-lo e o bombardear de perguntas, você acha mesmo que o Pierre pode sair por aí?

- Pode se ele se controlar.

- Ele bateu no Billie, é capaz de matar um repórter. – disse amargurado.

- Não acho certo você ficar pensando que ele pode assassinar alguém. – disse ela sincera.

- O problema é que ele pode fazer isso! Ele não sabe que Seb saiu de casa, não saiu daquele quarto até agora... e agora penso e vejo que só o tempo vai curá-lo, ou um milagre...

Fizeram uma pausa.

- David significou a morte da banda, e junto da nossa banda, todas as outras que estão com a gente... derrubamos vocês, o Green Day, todo mundo...

- Não foi sua culpa! – exclamou ela.

- Não foi de ninguém, mas aconteceu... Eu não sei por que alguém mataria David, mas sinto que tem algo muito suspeito naquela invasão, nunca aconteceu... nenhum fã tinha subido no palco desde 2002, quando começamos a fazer shows... e de repente...

- Não é mentira... mas, bem, vocês são vocês... – disse Fergie com um sorriso de incentivo.

- A ex-melhor banda do mundo...

- Vocês sabem muito bem que se não trabalharem vão falir.

- Seb não vai voltar... já disse isso um milhão de vezes com você: Pierre tem que se curar... e talvez ele volte...

- Confio em você, agora o futuro do Simple Plan está em suas mãos, Chuck.

 

 

 

Mais tarde, quando os garotos da banda já tinham chegado, escutavam de Fergie a conversa que ela tinha tido com o baterista da banda. Estavam todos os garotos refletindo quando ela parou de falar.

- Vejo que temos um problema... – falou Will.i.am, em um suspiro. – Teremos que colocar o nariz nessa história se quisermos, antes de nos recuperar como banda, ajudar nossos amigos.

 

- E o que você pensa em fazer? – perguntou Fergie o olhando como seriedade. - Espera que a solução bata em nossa porta?

Como se estivessem os ouvindo à porta foi batida três vezes. Os integrantes se olharam e todos voltaram o olhar para Fergie. Ela sorriu forçadamente, com cara de quem não queria se considerar uma profeta. Mas ela se levantou, ajeitando o vestido curto e abriu a porta. Will.i.am sorriu, controlando o riso para Taboo. Mas os dois voltaram a atenção para Fergie, que soltou um grito escandalizado.

 - Eu sei, está horrível!

Os garotos espiaram pelo ombro da vocalista, assustados. Fergie levara as mãos na boca, estava quase apavorada quando ela gritou novamente:

- CHUCK NÃO ME CONTOU ISSO!

- Fergie... – pediu a pessoa que estava à porta, tentando acalmá-la, por mais que fosse uma tentativa aparentemente vã.

- OLHA SÓ O QUE ELE FEZ EM VOCÊ! – tornou ela a gritar.

- Fergie! – repreendeu-a a voz masculina outra vez – Calma!

- ESTÁ AVACALHANDO SUA IMAGEM!

- Tá bom, já chega. – disse ele.

- Olha! Olha, está roxo!

- EU SEI!

Billie estava vermelho. Com raiva, ele não sabia por que se sentia assim sempre que estava acompanhado dela. Fosse em shows ou até ali mesmo: sempre a achava um pouco... Fergie?

 - Vamos, preciso falar com vocês. – disse pacientemente para a amiga. – Posso entrar?

- Aaaah, Billie... que maquiagem original! – exclamou Will.i.am., recebendo-o com um sorriso nada agradável.

- Não é maquiagem, é um roxo descomunal no meio da minha cara, pare de fingir que não sabe. – devolveu-o na mesma altura, como sempre costumava a fazer com quem tinha uma atração por irritá-lo.

O roxo tinha sido um problema. Especialmente com Tré. Billie acordara com ele batendo na porta, mal o autorizara a entrar e Tré já debochava do rosto dele. Billie só foi descobrir o motivo da crise de risos depois de se olhar no espelho. É claro que ele não deixou por menos e só controlou a vontade de fazer uma “maquiagem” mais original porque ele era seu amigo. Mike acabou dando a bronca por ele quando o riso de Tré ecoava no corredor do hotel. Sensato como sempre (ou mais do que o baterista), Mike defendeu Billie dizendo que um roxo enorme (Billie o olhou com amargura) era melhor do que ter um nariz quebrado.

- Para início de conversa, o Chuck esteve aqui? – interrogou Billie para a mulher.

- Sim, foi pela manhã. – afirmou, olhando o nariz dele, apreensiva. – Estávamos falando exatamente disso. Precisamos ajudá-los, Billie. Antes que Pierre escorregue entre os dedos do Chuck e que nem todos nós

- Eu não acredito que vocês vieram! – gritou Anna, enquanto corriam em direção ao beco. – Não acredito! Papai vai nos matar!

- Eu sempre achei que fugir de casa seria divertido! – comentou Camila em inglês para David, que riu.

- MACACOS BERRANTES DE CABELO RUIVO, VOCÊS ESTÃO ATRASADOS! – gritou Jack quando avistou o quarteto correndo.

- Desculpe Jack! – ofegou Anna ao se aproximarem – Um pequeno... inconveniente. – acrescentou olhando Camila e Izabela. - São minhas irmãs... elas vieram... com o dinheiro...

- Aaah, trouxeram dinheiro, está bem... aahh, bem venham aqui... vou apresentar vocês ao grupo...

- Não tem problema? – perguntou David.

- Claro que não, tocador de baixo. O grupo tinha mais vagas. Não entendo porque não vieram comigo.

David e Anna se olharam, lembrando-se dele acusando Anna de ser portadora de AIDS. Eles estavam novamente no beco sem saída mofado. Naquela manhã escura, com céu nublado, os outros que iriam com eles pareciam sombrios.

- Bem... essa é a Julie...

- E aí?

A moça era nova, era adolescente praticamente, tinha os cabelos cor de fogo, sombria com suas roupas negras e lápis. Era emo também, no mínimo.

- Ela quer fugir para os Estados Unidos por que conheceu um rapaz de intercâmbio... e os pais... já sabem... Aquele é o Lionel, o cara careca, ele é mau humorado pra cachorro, ele não me disse para quê quer ir mais está indo... e a Margareth... Ela é a mais velha entre nós, quarenta anos... Ela precisa de encontrar um irmão em Virginia... E ainda temos que passar pela Colômbia para pegar uma moça...

- Pilar, não é? – perguntou Anna.

- Isso, Sra. Desrosiers...

- Ela NÃO é minha mulher! – trovejou David

- VAMOS DE UMA VEZ, UM CASAMENTO PRECISA SER MARCADO NO CANADÁ!

- É! – concordou Camila.

- JACK DESROSIERS ESTÁ PRESTES A VIR AO MUNDO! VAMOS LOGO, SEUS MOLENGAS! TEMOS MUITO O QUE ANDAR SE QUEREM CHEGAR AO MATO GROSSO HOJE!

 

 

Chuck estava superando o choque de que Seb tinha o abandonado junto de Jeff. Na verdade, Jeff estava começando a ficar cada vez mais triste também e mal falava com ele. Pierre o ignorava quando ia pegar suas refeições na cozinha. Tinha se decidido. Teria que procurar apoio com algum amigo próximo... Billie não... ele estava com medo da reação do amigo se ele fosse encontrá-lo. Então, decidido, ele entrou em seu luxuoso carro prata 2013/2014, e dirigiu até o hotel que estavam hospedados quem provavelmente o ajudaria. Eles não tinham saído do país ainda, resolveram passar um tempo para relaxar e verem como a banda continuaria. Para não ser reconhecido e causar problemas, Chuck puxou o capuz da sua blusa Role Model para cima da cabeça. Seguiu para o hotel, não querendo pensar em muita coisa. Ele entrou no hotel. A recepcionista pediu que ele se identificasse.

- Por favor, não conte que eu estive aqui... – implorou-lhe Chuck.

- Tudo bem... eu mantenho segredo. – afirmou a recepcionista, sincera.

- Preciso saber aonde o...

- Estão na cobertura... é só bater na porta, eles vão te atender.

- Obrigado.

O elevador abriu-se e uma voz anunciou: “Cobertura”. O corredor era curto, em pouco tempo Chuck o atravessou e bateu na porta. Após um tempinho, a porta se abriu.

- Chuck!

Fergie estava bela, como sempre. Era incrível como um ser podia ser tão bonito.

- Oi... – disse ele tímido. – Eu preciso falar com vocês... eu...

- Venha! Eu não tenho notícia de vocês há séculos! – ela recuou para deixá-lo passar.

- E garanto que não vão ser boas notícias que irei te dar Fergie...

Ela olhou desapontada para ele.

- O que aconteceu?

- Seb... ele nos deixou também...

Ela soltou um gemidinho, levando a mão a boca.

- Ontem à noite... ele saiu de casa, parece que não quer mais conviver com o Pierre no estado que ele está...

- Mas... mas o que aconteceu? Vocês estavam se dando bem, não era?

- Era... quero dizer... – corrigiu ele, confuso. – Eu e ele estávamos brigando um pouco... ele queria ajudar o Pierre, incentivar... mas é impossível, eu disse que ele não conseguiria e brigamos váriàs vezes... E aconteceu uma coisa pior ontem, para ser sincero, Pierre está doente, Fergie... ele não fazia idéia do que ele estava fazendo, a morte do David avacalhou com ele...

- O quê ele fez?

- Ele bateu no Billie... chutou ele, foi só por impulso! – acrescentou ao ver a cara de horror da garota.

- Impulso?! Bater no amigo, principalmente no Billie?! Ele sabe o que faz, Chuck, independente do que ele sente, ele não pode descontar a dor no coitado! Qual foi a reação do Billie?

- Ele saiu da mansão...

- Saiu?!

- Ele está entendendo a situação do Pierre...

- E você procurou saber como ele está?

- Não... eu nem faço idéia se ele ainda está aqui em Montreal...

Chuck viera procurar apoio, mas Fergie parecia querer lhe por mais peso do que ele já tinha nas costas. A moça suspirou, o encarando. Se aproximou dele e disse:

- Melhor você começar a botar para fora o que tem para botar, Chuck. Vejo que você precisa de um conforto.

Ele não queria desandar a chorar, mas nem conseguiu se conter. Há três semanas David ainda sorria para ele, Pierre também, Seb e Jeff ainda estavam unidos... Ele estava se sentindo bem... estava tudo perfeito comparado a agora... Depois de contar tudo a Fergie, ele secava as lágrimas em um lenço, sentado ao lado dela em um sofá da cobertura, que continha quatro quartos.

- É-é pés-simo...

- Entendo... – disse ela solidária. – Você consegue ver alguma saída?

- Não, infelizmente. – fungou ele. – Tenho que cuidar do Pierre e ver se ele anima a fazer alguma coisa, mas ele não vai fazer nada... eu não queria terminar com a banda e nem cortar minha relação com Seb, Jeff está péssimo também...

- Acho que vocês têm que se livrar da tensão por um tempo e dar uma saída. – aconselhou.

- O problema é que estou longe de sair por aí com o Pierre nessa situação, Fergie... a mídia não vai perdoá-lo e o bombardear de perguntas, você acha mesmo que o Pierre pode sair por aí?

- Pode se ele se controlar.

- Ele bateu no Billie, é capaz de matar um repórter. – disse amargurado.

- Não acho certo você ficar pensando que ele pode assassinar alguém. – disse ela sincera.

- O problema é que ele pode fazer isso! Ele não sabe que Seb saiu de casa, não saiu daquele quarto até agora... e agora penso e vejo que só o tempo vai curá-lo, ou um milagre...

Fizeram uma pausa.

- David significou a morte da banda, e junto da nossa banda, todas as outras que estão com a gente... derrubamos vocês, o Green Day, todo mundo...

- Não foi sua culpa! – exclamou ela.

- Não foi de ninguém, mas aconteceu... Eu não sei por que alguém mataria David, mas sinto que tem algo muito suspeito naquela invasão, nunca aconteceu... nenhum fã tinha subido no palco desde 2002, quando começamos a fazer shows... e de repente...

- Não é mentira... mas, bem, vocês são vocês... – disse Fergie com um sorriso de incentivo.

- A ex-melhor banda do mundo...

- Vocês sabem muito bem que se não trabalharem vão falir.

- Seb não vai voltar... já disse isso um milhão de vezes com você: Pierre tem que se curar... e talvez ele volte...

- Confio em você, agora o futuro do Simple Plan está em suas mãos, Chuck.

 

 

 

Mais tarde, quando os garotos da banda já tinham chegado, escutavam de Fergie a conversa que ela tinha tido com o baterista da banda. Estavam todos os garotos refletindo quando ela parou de falar.

- Vejo que temos um problema... – falou Will.i.am, em um suspiro. – Teremos que colocar o nariz nessa história se quisermos, antes de nos recuperar como banda, ajudar nossos amigos.

 

- E o que você pensa em fazer? – perguntou Fergie o olhando como seriedade. - Espera que a solução bata em nossa porta?

Como se estivessem os ouvindo à porta foi batida três vezes. Os integrantes se olharam e todos voltaram o olhar para Fergie. Ela sorriu forçadamente, com cara de quem não queria se considerar uma profeta. Mas ela se levantou, ajeitando o vestido curto e abriu a porta. Will.i.am sorriu, controlando o riso para Taboo. Mas os dois voltaram a atenção para Fergie, que soltou um grito escandalizado.

 - Eu sei, está horrível!

Os garotos espiaram pelo ombro da vocalista, assustados. Fergie levara as mãos na boca, estava quase apavorada quando ela gritou novamente:

- CHUCK NÃO ME CONTOU ISSO!

- Fergie... – pediu a pessoa que estava à porta, tentando acalmá-la, por mais que fosse uma tentativa aparentemente vã.

- OLHA SÓ O QUE ELE FEZ EM VOCÊ! – tornou ela a gritar.

- Fergie! – repreendeu-a a voz masculina outra vez – Calma!

- ESTÁ AVACALHANDO SUA IMAGEM!

- Tá bom, já chega. – disse ele.

- Olha! Olha, está roxo!

- EU SEI!

Billie estava vermelho. Com raiva, ele não sabia por que se sentia assim sempre que estava acompanhado dela. Fosse em shows ou até ali mesmo: sempre a achava um pouco... Fergie?

 - Vamos, preciso falar com vocês. – disse pacientemente para a amiga. – Posso entrar?

- Aaaah, Billie... que maquiagem original! – exclamou Will.i.am., recebendo-o com um sorriso nada agradável.

- Não é maquiagem, é um roxo descomunal no meio da minha cara, pare de fingir que não sabe. – devolveu-o na mesma altura, como sempre costumava a fazer com quem tinha uma atração por irritá-lo.

O roxo tinha sido um problema. Especialmente com Tré. Billie acordara com ele batendo na porta, mal o autorizara a entrar e Tré já debochava do rosto dele. Billie só foi descobrir o motivo da crise de risos depois de se olhar no espelho. É claro que ele não deixou por menos e só controlou a vontade de fazer uma “maquiagem” mais original porque ele era seu amigo. Mike acabou dando a bronca por ele quando o riso de Tré ecoava no corredor do hotel. Sensato como sempre (ou mais do que o baterista), Mike defendeu Billie dizendo que um roxo enorme (Billie o olhou com amargura) era melhor do que ter um nariz quebrado.

- Para início de conversa, o Chuck esteve aqui? – interrogou Billie para a mulher.

- Sim, foi pela manhã. – afirmou, olhando o nariz dele, apreensiva. – Estávamos falando exatamente disso. Precisamos ajudá-los, Billie. Antes que Pierre escorregue entre os dedos do Chuck e que nem todos nós juntos possamos regatá-lo.

- Podemos simplesmente nos instalar lá na casa deles. Um de nós. Seria viável, estaremos em companhia dos rapazes e poderemos ajudar. Pierre está mal. Ele não vai superar a morte de David num piscar de olhos, vocês sabem. E talvez Jeff e Seb se recuperarão mais rápido, não sei enquanto ao Chuck ele está realmente sofr...

- Ah, colocou o dedo na ferida. – alertou Will.i.am.

- Quem? O Chuck?

- Não. O Seb. – corrigiu-o Fergie. – Me parece que ele ficou muito chateado com o Pierre ter batido em você, o Jeff só calado e o Chuck um pouco sem reação, confuso... e saiu de casa. Não sabemos onde ele está, nem imaginamos. Ele pode ter saído do país, sei lá, as possibilidades são enormes.

- Ele não pode fazer isso! – protestou Billie, chocado. – Não agora! Seb era o único que podia trazer aqueles três de volta! Ou pelo menos... até esse momento. – terminou misterioso.

- Como assim, até esse momento? Alguém poderá ajudá-los melhor? Precisamos de alguém que os conheça bem! Muito bem! – protestou Taboo.

- Eu tenho um plano. – disse Billie, encarando o Black Eyed Peas.

juntos possamos regatá-lo.

 

 

- Podemos simplesmente nos instalar lá na casa deles. Um de nós. Seria viável, estaremos em companhia dos rapazes e poderemos ajudar. Pierre está mal. Ele não vai superar a morte de David num piscar de olhos, vocês sabem. E talvez Jeff e Seb se recuperarão mais rápido, não sei enquanto ao Chuck ele está realmente sofr...

- Ah, colocou o dedo na ferida. – alertou Will.i.am.

- Quem? O Chuck?

- Não. O Seb. – corrigiu-o Fergie. – Me parece que ele ficou muito chateado com o Pierre ter batido em você, o Jeff só calado e o Chuck um pouco sem reação, confuso... e saiu de casa. Não sabemos onde ele está, nem imaginamos. Ele pode ter saído do país, sei lá, as possibilidades são enormes.

- Ele não pode fazer isso! – protestou Billie, chocado. – Não agora! Seb era o único que podia trazer aqueles três de volta! Ou pelo menos... até esse momento. – terminou misterioso.

- Como assim, até esse momento? Alguém poderá ajudá-los melhor? Precisamos de alguém que os conheça bem! Muito bem! – protestou Taboo.

- Eu tenho um plano. – disse Billie, encarando o Black Eyed Peas.








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